Perda parcial de dedo
Lesões que resultaram em amputação parcial, frequentemente associadas a acidentes com máquinas.
Análise exclusiva para trabalhadores que sofreram acidentes/lesões, ficaram com limitações permanentes (pinos, placas, perda de força ou mobilidade) e desejam saber se têm direito ao Auxílio-Acidente do INSS.
Muitos trabalhadores acreditam ter perdido todo e qualquer direito depois de retornar ao trabalho ou receber alta do INSS. Em diversas situações, apenas uma análise individual permite compreender corretamente o caso.
Você se identifica com alguma dessas situações?
Cada caso precisa ser analisado individualmente. A percepção inicial nem sempre corresponde aos direitos existentes.
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Estes são apenas alguns exemplos. Cada caso possui características próprias e é analisado individualmente, com atenção ao histórico, aos documentos e ao momento atual da pessoa.
Lesões que resultaram em amputação parcial, frequentemente associadas a acidentes com máquinas.
Perdas mais extensas de dedos, mãos ou membros, com impactos permanentes na vida profissional.
Fixações metálicas após fraturas, muitas vezes deixando limitações mesmo após a alta médica.
Uso contínuo ou temporário de próteses após cirurgias decorrentes de acidente de trabalho.
Redução da força em mãos, braços ou pernas, que compromete tarefas do dia a dia e do trabalho.
Restrições de movimento ou de esforço que permanecem mesmo depois de encerrado o tratamento.
Situações ocorridas há anos e nunca analisadas por um advogado especializado.
Problemas de saúde desenvolvidos ao longo do tempo, em razão das atividades exercidas.
Lesões por esforço repetitivo e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho.
Compreender o próprio caso é sempre o primeiro passo. Em Direito Acidentário, uma análise cuidadosa costuma considerar, ao mesmo tempo, quatro aspectos que se completam.
Reunir laudos, exames, atestados, CAT e comprovantes ajuda a formar uma visão completa do que aconteceu e do que existe hoje.
Considera a lesão, o tratamento realizado, as sequelas atuais e a relação entre o problema de saúde e a atividade exercida.
Envolve o vínculo com a empresa, o registro do acidente, a função exercida e as condições do ambiente de trabalho.
Analisa benefícios do INSS já recebidos, indeferidos ou não solicitados, e a possibilidade de revisão em situações específicas.
Nem sempre aquilo que parece simples realmente é. A Análise Inicial existe justamente para entender o seu caso com calma, considerando o que aconteceu, o que ficou como sequela e o que a legislação prevê. É um espaço de escuta — não de venda.
Leva menos de 2 minutos para enviar sua solicitação. O retorno é realizado diretamente pelo advogado responsável, com discrição e sem qualquer compromisso.
Muitos trabalhadores acreditam que, depois de receber alta ou voltar às atividades, não há mais nada a reivindicar. Cada caso é diferente e, dependendo da situação, alguns direitos podem existir sem que a pessoa saiba.
Benefício de natureza indenizatória que, dependendo da situação, pode ser devido após acidente com sequela.
Danos materiais, morais e estéticos podem ser discutidos quando há responsabilidade da empresa envolvida.
Em certos casos, o trabalhador tem direito à estabilidade após o retorno das atividades. Cada situação é diferente.
Benefícios já concedidos pelo INSS podem, após análise, ser revistos quando existirem elementos que justifiquem.
Problemas de saúde ligados à atividade exercida podem, dependendo do caso, ser reconhecidos como acidentários.
Limitações que permanecem após o tratamento merecem uma análise específica quanto aos direitos aplicáveis.
Em situações mais graves, e sempre após análise, pode-se avaliar a possibilidade de pensão ao trabalhador ou familiares.
Trabalhamos com poucos casos por vez, para que cada pessoa receba a atenção que merece. Nenhum passo é dado sem o seu entendimento e sem a sua autorização.
Escutamos com atenção o que aconteceu, sem pressa e sem qualquer julgamento.
Estudamos laudos, exames, vínculos e o histórico do caso, com o cuidado que ele merece.
Em linguagem simples, mostramos o que é possível, o que não é e por quê.
Se fizer sentido para você, conduzimos todas as etapas com transparência do início ao fim.

Ao longo da minha atuação, percebi que muitas pessoas convivem, durante anos, com dúvidas que jamais foram esclarecidas — por medo, por vergonha ou por acreditarem que já não havia mais nada a fazer.
Meu compromisso é ouvir a sua história, analisar o seu caso com responsabilidade e explicar, em linguagem simples, quais caminhos podem existir. Sem pressa, sem promessas e sem qualquer compromisso da sua parte.
O escritório atua na análise de diferentes situações relacionadas ao Direito Acidentário, sempre respeitando as particularidades de cada caso.
Alguns entendimentos comuns, repetidos ao longo do tempo, acabam impedindo que trabalhadores procurem uma análise. Aqui, algumas dessas ideias são revistas com serenidade.
Mito
Meu acidente aconteceu há muitos anos. Já não tenho mais nenhum direito.
Verdade
O tempo pode influenciar, mas não encerra automaticamente todas as possibilidades. Em várias situações, ainda é possível analisar o caso e verificar o que a legislação prevê.
Mito
Se eu continuo trabalhando, não posso receber nenhum benefício.
Verdade
Existem direitos, como o auxílio-acidente, cuja finalidade é indenizar e que, dependendo do caso, podem ser compatíveis com o trabalho. É preciso analisar a situação concreta.
Mito
Recebi alta do INSS. Então acabou tudo, não há mais o que discutir.
Verdade
A alta encerra o benefício por incapacidade, mas não elimina, por si só, outros direitos que podem estar relacionados ao acidente ou às sequelas remanescentes.
Mito
Preciso pagar para descobrir se tenho algum direito.
Verdade
A Análise Inicial do escritório é feita sem custo e sem qualquer compromisso. Ela existe justamente para que ninguém precise decidir sem antes entender o próprio caso.
Se a sua dúvida não estiver aqui, é só nos escrever no WhatsApp. Respondemos com atenção e sem qualquer compromisso.
Sim. O tempo pode ter influência sobre alguns direitos, mas não sobre outros. Só uma análise individual, considerando o que aconteceu e o que ficou como sequela, permite responder com segurança.
Pode. Existem direitos, especialmente de natureza indenizatória, que não dependem de a pessoa estar afastada do trabalho. Cada caso é avaliado a partir do histórico e dos documentos.
Costumam ajudar: laudos e exames médicos, atestados, receitas, CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), carteira de trabalho e comunicações do INSS. Se você não tiver tudo, também podemos orientar sobre como obter.
Não. A análise pode ser feita mesmo com o vínculo ativo. O trabalhador tem o direito de buscar orientação jurídica sem que isso, por si só, gere consequências no emprego.
Sim. O atendimento pode ser feito por WhatsApp, telefone ou videochamada, sempre com sigilo profissional. A distância não é um obstáculo para uma análise cuidadosa.
A conversa inicial costuma ser breve. Uma análise mais completa depende dos documentos disponíveis, mas é feita em prazo razoável e comunicada a você com clareza.
Será um prazer compreender sua história e analisar a sua situação, com calma, sigilo profissional e sem qualquer compromisso da sua parte.